Segunda-feira, Março 31, 2008

Escrita Criativa


 Ao entardecer os campos enchiam-se de neblina, o Pico ficava baço e monumental nas águas. Dos lados da estrada da Caldeira sentiu-se uma tropelada, depois pó e um cavaleiro no encalço de uma senhora a galope.
- Slowly! Let go him alone…
Os cavalos meteram a trote e puseram-se a par. O de Roberto Clark vinha suado, com um pouco de espuma na barriga e sinal de sangue num ilhal. O de Margarida, enxuto, meteu a passo.
- Ah, não posso mais… -
disse Margarida
-Porquê? - Perguntou Roberto. - respondeu ela - e acho que também devias parar, porque o teu cavalo está a deitar sangue.
-Então o que achas de irmos dar uma volta por aqui com os cavalos a passo – perguntou ele.
-Parece-me boa ideia – disse ela.
Era a primeira vez que eles estavam naquele sítio. Viram coisas lindíssimas, como campos brancos cheios de neblina, adoraram ver aquilo, mas o que eles gostaram mais foi do Pico. Adoraram aquele sítio.
-É lindo! – exclamou ele – adoro este lugar mas temos que ir Roberto, porque daqui a pouco escurece e depois perdemo-nos.
No dia seguinte pela manhã cedo o Roberto decidiu ir dar uma volta a cavalo pelo Pico. Estava ele a passear muito contente, quando de repente o cavalo caí. Ele desesperado porque nãos sabia o que fazer, lembrou-se então que tinha levado o telemóvel. Telefonou para a Margarida, para o ir ajudar.   
Ela levou o seu camião para levar o cavalo de Roberto.
Eles os dois tiveram que voltar para Inglaterra para cuidar do cavalo. Custou-lhes muito a saída dos Açores, mas ambos prometeram que quando o cavalo estivesse curado, ambos voltariam àquela ilha maravilhosa, a ilha dos Açores.  
           

           

Escrito por Daiman em 21:20:14 | Link permanente | Comments (0) |
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