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		<pubDate>Sun, 17 May 2009 10:31:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<div id="__ss_1446869" style="WIDTH: 425px; TEXT-ALIGN: left"><a title="Sintaxe Portugus 090516070420 Phpapp02" style="DISPLAY: block; MARGIN: 12px 0px 3px; FONT: 14px Helvetica,Arial,Sans-serif; TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.slideshare.net/daiman_enes/sintaxe-portugus-090516070420-phpapp02-1446869?type=presentation">Sintaxe Português</a> <object style="MARGIN: 0px" height="355" width="425"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=sintaxe-portugus-090516070420-phpapp02-090517043204-phpapp02&#38;stripped_title=sintaxe-portugus-090516070420-phpapp02-1446869" />
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<div style="FONT-SIZE: 11px; PADDING-TOP: 2px; FONT-FAMILY: tahoma,arial; HEIGHT: 26px">View more <a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.slideshare.net/daiman_enes">daiman_enes</a>.</div>
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<div style="FONT-SIZE: 11px; PADDING-TOP: 2px; FONT-FAMILY: tahoma,arial; HEIGHT: 26px">View more <a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.slideshare.net/daiman_enes">daiman_enes</a>.</div>
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		<title>Consequências da extinção de animais</title>
		<link>http://daiman.blog.com/2009/05/11/consequencias-da-extincao-de-animais/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 19:36:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daiman</dc:creator>
		
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<font face="Calibri"><span style="mso-tab-count: 1">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span> Hoje em dia, cada vez mais animais estão em risco de extinção, e tudo devido a graves problemas. Esses problemas são a desertificação, a poluição, a desflorestação, o aquecimento global, entre outros. Para travar a extinção dos animais a população poderia reciclar mais, não poluir o ambiente, não praticar queimadas, etc.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</font><font face="Calibri">As consequências para a humanidade da extinção de espécies animais são a falta de alimento, a falta de exploração em quanto vida animal, entre outros.</font>
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		<title>A influência de um Herói</title>
		<link>http://daiman.blog.com/2009/04/27/a-influencia-de-um-heroi/</link>
		<comments>http://daiman.blog.com/2009/04/27/a-influencia-de-um-heroi/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 18:21:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daiman</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /?>
&#160;</p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri"><span style="mso-tab-count: 1">&#160;<span style="font-family: Comic Sans MS;">&#160;</span></span></font> <span style="font-family: Comic Sans MS;">Um herói é alguém que é exemplo, como modelo, é alguém que achamos que é único, dai o nome “Herói”.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;<span style="mso-tab-count: 1">&#160;</span>Por um lado pode servir como exemplo, como modelo se for um herói que faz o bem, mas por outro lado há heróis que nos deduzem em erro ao abdicarmos da nossa própria vida para o seguir pondo a nossa vida em risco.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;Se for um herói que faz o bem e que queremos ser como ele devemos tentar chegar ao seu nível, mas se for um herói que pratica o mal e se tentarmos chegar ao seu nível pomos a nossa vida em risco.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;É preciso ter consciência ao escolher o nosso herói, e as pessoas independentemente do herói eu seja e que faça tenta chegar ao seu nível, mas às vezes ao estarmos tão cegos em seguirmos o nosso herói sem olharmos para o que temos podemos ficar sem amigos, etc.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;Mas o meu herói é alguém como modelo para mim e que eu acho que não me vai deduzir em erro.</span></p>

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<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /?><br />
&#160;</p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri"><span style="mso-tab-count: 1">&#160;<span style="font-family: Comic Sans MS;">&#160;</span></span></font> <span style="font-family: Comic Sans MS;">Um herói é alguém que é exemplo, como modelo, é alguém que achamos que é único, dai o nome “Herói”.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;<span style="mso-tab-count: 1">&#160;</span>Por um lado pode servir como exemplo, como modelo se for um herói que faz o bem, mas por outro lado há heróis que nos deduzem em erro ao abdicarmos da nossa própria vida para o seguir pondo a nossa vida em risco.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;Se for um herói que faz o bem e que queremos ser como ele devemos tentar chegar ao seu nível, mas se for um herói que pratica o mal e se tentarmos chegar ao seu nível pomos a nossa vida em risco.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;É preciso ter consciência ao escolher o nosso herói, e as pessoas independentemente do herói eu seja e que faça tenta chegar ao seu nível, mas às vezes ao estarmos tão cegos em seguirmos o nosso herói sem olharmos para o que temos podemos ficar sem amigos, etc.<br />
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		<title>Diário de Bordo</title>
		<link>http://daiman.blog.com/2009/02/24/diario-de-bordo/</link>
		<comments>http://daiman.blog.com/2009/02/24/diario-de-bordo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 12:14:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daiman</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri"><span style="mso-tab-count: 1">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span> Mais um dia passava para os marinheiros e a esperança de chegar ao sonho começava a perder-se. Já passaram quase 9 meses e nada. A cada momento que passava a esperança começava a perder-se. Todos os momentos da viagem era mais uma dificuldade que enfrentava-mos. E o cansaço notava-se bastando observar os nossos marinheiros, pelo aspecto. Apresentavam um aspecto muito mau, os olhos pesados, quase sem forças, até o próprio rosto desgastado. E todos os dias era a mesma coisa, trabalhávamos para atingir o nosso sonho. Houve uma atura que nos marcou, quando avistámos um bando de pássaros e um deles pousara em cima da popa. Ao vermos tal coisa pensávamos que devíamos estar perto. Até que chega a altura por que todos esperávamos, quando o nosso melindiano na gávea avista terra, e sem demoras grita: “Terra à vista”! Nesse mesmo momento toda a tripulação parou. Ao aproximar-nos de terra observa-mos que era a terra que tanto desejávamos e que a vegetação era muito diferente do que estávamos habituados a ver. A alegria dentro da embarcação era tal que alguns marinheiros cantavam, dançavam, outros riam-se e até mesmo quem chorasse de alegria por tal felicidade. Ao pousar-mos pé em terra os habitantes de Calecut começaram a estranhar, vedo-nos armados. Pensávamos nós que eles nos iriam atacar, devido ao facto de estarmos armados. Mas Vasco da Gama, como já pensara nesta situação, trazia junto de nós um homem que sabia falar a língua deles. E assim Vasco da Gama dizia para ele o que queria dizer a eles e ele traduzia e vice-versa. Quando eles se aperceberam que fomos lá para espalhar a fé cristã e buscar especiarias, receberam-nos muito bem. Ficamos maravilhados ao facto de ser tudo tão diferente, como as próprias mulheres, a vegetação, os animais, a cultura, a comida, etc. Ficamos espantados pela quantidade de coisas que aprendemos, e que nem sequer sabíamos que existiam. No fim, quando teríamos que partir, foi o momento mais difícil da viagem, deixar de vez o nosso sonho. E mesmo no momento antes de partir toada a tripulação ajoelhou-se e agradeceu a Deus por tudo. <span style="mso-spacerun: yes">&#160;&#160;</span><span style="mso-spacerun: yes">&#160;</span></font></p>

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<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri"><span style="mso-tab-count: 1">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span> Mais um dia passava para os marinheiros e a esperança de chegar ao sonho começava a perder-se. Já passaram quase 9 meses e nada. A cada momento que passava a esperança começava a perder-se. Todos os momentos da viagem era mais uma dificuldade que enfrentava-mos. E o cansaço notava-se bastando observar os nossos marinheiros, pelo aspecto. Apresentavam um aspecto muito mau, os olhos pesados, quase sem forças, até o próprio rosto desgastado. E todos os dias era a mesma coisa, trabalhávamos para atingir o nosso sonho. Houve uma atura que nos marcou, quando avistámos um bando de pássaros e um deles pousara em cima da popa. Ao vermos tal coisa pensávamos que devíamos estar perto. Até que chega a altura por que todos esperávamos, quando o nosso melindiano na gávea avista terra, e sem demoras grita: “Terra à vista”! Nesse mesmo momento toda a tripulação parou. Ao aproximar-nos de terra observa-mos que era a terra que tanto desejávamos e que a vegetação era muito diferente do que estávamos habituados a ver. A alegria dentro da embarcação era tal que alguns marinheiros cantavam, dançavam, outros riam-se e até mesmo quem chorasse de alegria por tal felicidade. Ao pousar-mos pé em terra os habitantes de Calecut começaram a estranhar, vedo-nos armados. Pensávamos nós que eles nos iriam atacar, devido ao facto de estarmos armados. Mas Vasco da Gama, como já pensara nesta situação, trazia junto de nós um homem que sabia falar a língua deles. E assim Vasco da Gama dizia para ele o que queria dizer a eles e ele traduzia e vice-versa. Quando eles se aperceberam que fomos lá para espalhar a fé cristã e buscar especiarias, receberam-nos muito bem. Ficamos maravilhados ao facto de ser tudo tão diferente, como as próprias mulheres, a vegetação, os animais, a cultura, a comida, etc. Ficamos espantados pela quantidade de coisas que aprendemos, e que nem sequer sabíamos que existiam. No fim, quando teríamos que partir, foi o momento mais difícil da viagem, deixar de vez o nosso sonho. E mesmo no momento antes de partir toada a tripulação ajoelhou-se e agradeceu a Deus por tudo. <span style="mso-spacerun: yes">&#160;&#160;</span><span style="mso-spacerun: yes">&#160;</span></font></p>
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		<title>O Mundo da Publicidade</title>
		<link>http://daiman.blog.com/2009/01/25/o-mundo-da-publicidade/</link>
		<comments>http://daiman.blog.com/2009/01/25/o-mundo-da-publicidade/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 11:08:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daiman</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<div>
<p class="MsoNormal" style="font-size: 16px;"><span style="font-family: 'Comic Sans MS';">Hoje em dia, cada vez mais, vivemos rodeados de publicidade, é na televisão, na caixa do correio, na Internet, nos placards da rua, principalmente da publicidade comercial, mas também algumas não comerciais/institucionais. A publicidade incentiva, mas por vezes elas são enganosas, se ela for enganosa não se trata de publicidade, mas sim de propaganda. A publicidade não comercial/institucional, é a melhor, porque previne vários riscos e um bom exemplo disso é “Se beber não conduza” ou “Conduza com precaução”. Na publicidade vale tudo, desde dizer que o seu produto é o melhor, até falar mal dos outros produtos, de uma forma suave. Quanto mais animada for a publicidade, mais poder sobre as pessoas ela tem, como é o caso das publicidades de Natal, par as crianças. Muitas das vezes ela ilude o público, como é exemplo das publicidades em que diz, que se tomar o remédio, emagrecerá, mas na publicidade limitam-se a mostrar um manequim, para dar ideia ao público de como emagrecerá. Penso que a publicidade para ser boa deve ser honesta, porque assim mais interessante ela é, e mais valor ela tem.</span></p>
</div>

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<div>
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		<item>
		<title>Direitos Humanos</title>
		<link>http://daiman.blog.com/2008/12/26/direitos-humanos/</link>
		<comments>http://daiman.blog.com/2008/12/26/direitos-humanos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2008 14:26:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daiman</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<span style="font-family: Comic Sans MS;">&#160;&#160;&#160; Toda a humanidade deve ter os seus próprios direitos, ter a sua privacidade, ter a sua liberdade. Toda a gente deveria ser tratada toda por igual, sem excepções. Mas a liberdade que está em causa não é aquela liberdade de fazer tudo o que queremos, mas sim a liberdade de sair, e ir onde queremos, sem estarmos presos a algo. Ser livre é poder escolher e fazer as coisas certas, não ser escravizado por nada, ter auto-domínio, ter direito ao seu reconhecimento, ter direito a sair e a regressar ao país, a escolher a sua residência, a ter direito a escolher o seu companheiro. Ser livre é fechar os olhos e voar.</span><br />
<br />
<span style="font-family: Comic Sans MS;">&#160;Inspirando em “http://www.unhchr.ch/udhr/lang/por.htm”</span>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Comic Sans MS;">&#160;&#160;&#160; Toda a humanidade deve ter os seus próprios direitos, ter a sua privacidade, ter a sua liberdade. Toda a gente deveria ser tratada toda por igual, sem excepções. Mas a liberdade que está em causa não é aquela liberdade de fazer tudo o que queremos, mas sim a liberdade de sair, e ir onde queremos, sem estarmos presos a algo. Ser livre é poder escolher e fazer as coisas certas, não ser escravizado por nada, ter auto-domínio, ter direito ao seu reconhecimento, ter direito a sair e a regressar ao país, a escolher a sua residência, a ter direito a escolher o seu companheiro. Ser livre é fechar os olhos e voar.</span></p>
<p><span style="font-family: Comic Sans MS;">&#160;Inspirando em “http://www.unhchr.ch/udhr/lang/por.htm”</span>
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		</item>
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		<title>Mapa Conceptual</title>
		<link>http://daiman.blog.com/2008/12/08/mapa-conceptual/</link>
		<comments>http://daiman.blog.com/2008/12/08/mapa-conceptual/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 16:09:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daiman</dc:creator>
		
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		<title></title>
		<link>http://daiman.blog.com/2008/11/26/</link>
		<comments>http://daiman.blog.com/2008/11/26/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 18:06:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daiman</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p style="FONT-SIZE: 19px; FONT-FAMILY: Comic Sans MS; TEXT-ALIGN: center" align="center">Batalha de Aljubarrota</p>
<p style="FONT-FAMILY: Comic Sans MS; TEXT-ALIGN: center" align="center"><o:p></o:p></p>
<p style="TEXT-INDENT: 35.4pt; FONT-FAMILY: Comic Sans MS"><span style="FONT-SIZE: 11pt">Com a morte do rei D. Fernando em 1383, o Tratado de Salvaterra de Magos, celebrado em Abril desse ano entre a rainha D. Leonor Teles, o Conde João Andeiro e o Rei de Castela, estabelece que a Coroa de Portugal passaria a pertencer aos descendentes do Rei de Castela, D. Juan I, passando a capital do Reino para Toledo. <span style="FONT-WEIGHT: normal">O</span> <span style="FONT-WEIGHT: normal">Reino de Castela</span> <span style="FONT-WEIGHT: normal">iria inevitavelmente dominar Portugal</span></span><span style="FONT-SIZE: 11pt">.&#160;A situação que se cria provoca mau estar e não agrada à maioria da população portuguesa.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;</span><span style="FONT-SIZE: 11pt">Na sua origem esteve, em primeiro lugar, o descontentamento popular existente, resultante não só da degradação das condições de vida da generalidade da população, mas também pela perspectiva do Reino de Portugal vir a perder a sua independência.&#160;<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;Este desejo de alterações foi então facilitado pelo facto de D. Leonor Teles e os seus aliados defenderem uma solução política para Portugal, não só discutível legalmente, como claramente do desagrado da grande maioria da população portuguesa.&#160;<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;Em face desta circunstância, a população de Lisboa proclama D. João, Mestre de Avis, meio irmão de D. Fernando, como "regedor, governador e defensor do reino". Perante a revolta da população portuguesa em vários pontos e cidades do Reino, o Rei de Castela, em 1384, entra em Portugal. <o:p></o:p></span></p>
<p style="FONT-SIZE: 17px; TEXT-INDENT: 35.4pt; FONT-FAMILY: Comic Sans MS"><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span> <span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span>Luís de Camões<o:p></o:p></p>
<p style="FONT-SIZE: 18px; TEXT-INDENT: 35.4pt; FONT-FAMILY: Comic Sans MS"><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span> (Os Lusíadas)<o:p></o:p></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN-BOTTOM: 0pt; LINE-HEIGHT: normal; FONT-FAMILY: Comic Sans MS">(Canto IV,)<o:p></o:p></p>
<p><span style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY:"><br />
<span style="FONT-FAMILY: Comic Sans MS">17<br />
"Rei tendes tal, que se o valor tiverdes<br />
Igual ao Rei que agora alevantastes,<br />
Desbaratareis tudo o que quiserdes,<br />
Quanto mais a quem já desbaratasses.<br />
E se com isto enfim vos não moverdes<br />
Do penetrante medo que tomastes,<br />
Atai as mãos a vosso vão receio,<br />
Que eu só resistirei ao jugo alheio.<br /></span></span></p>
<p><br />
<span style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY:"><span style="FONT-FAMILY: Comic Sans MS">18<br />
Que tornará a vez sétima (cantava)<br />
Pelejar co invicto e forte Luso,<br />
A quem nenhum trabalho pesa e agrava;<br />
Mas, contudo, este só o fará confuso.<br />
Trará pera a batalha, horrenda e brava,<br />
Máquinas de madeiros fora de uso,<br />
Pera lhe abalroar as caravelas,<br />
Que até'li vão lhe fora cometê-las.<br /></span></span></p>
<p><span style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY:"><span style="FONT-FAMILY: Comic Sans MS">19<br />
&#160;"Eu só com meus vassalos, e com esta<br />
(E dizendo isto arranca meia espada)<br />
Defenderei da força dura e infesta<br />
A terra nunca de outrem sojugada.<br />
Em virtude do Rei, da pátria mesta,<br />
Da lealdade já por vós negada,<br />
Vencerei (não só estes adversários)<br />
Mas quantos a meu Rei forem contrários.”<br />
<br />
<br />
20<br />
Bem como entre os mancebos recolhidos<br />
Em Canúsio, relíquias sós de Canas,<br />
Já para se entregar quase movidos<br />
A fortuna das forças Africanas,<br />
Cornélio moço os faz que, compelidos<br />
Da sua espada, jurem que as Romanas<br />
Armas não deixarão, enquanto a vida<br />
Os não deixar, ou nelas for perdida.<br />
<br />
<br />
21<br />
"Destarte a gente força e esforça Nuno,<br />
Que, com lhe ouvir as últimas razões,<br />
Removem o temor frio, importuno,<br />
Que gelados lhe tinha os corações.<br />
Nos animais cavalgam de Neptuno,<br />
Brandindo e volteando arremessões;<br />
Vão correndo e gritando a boca aberta:<br />
&#160;"Viva o famoso Rei que nos liberta!"-<br />
<o:p></o:p></span></span></p>
<p><span style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY:"><span style="FONT-FAMILY: Comic Sans MS">22<o:p></o:p></span></span></p>
<p><span style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY:"><span style="FONT-FAMILY: Comic Sans MS">"Das gentes populares, uns aprovam<br />
A guerra com que a pátria se sustinha;<br />
Uns as armas alimpam e renovam,<br />
Que a ferrugem da paz gastadas tinha;<br />
Capacetes estofam, peitos provam,<br />
Arma-se cada um como convinha;<br />
Outros fazem vestidos de mil cores,<br />
Com letras e tenções de seus amores.<br /></span></span></p>
<p><o:p></o:p></p>
<p style="TEXT-INDENT: 35.4pt"><span style="FONT-FAMILY:"><span style="FONT-SIZE: 16px; FONT-FAMILY: Comic Sans MS">Luís de Camões descreve nestas estâncias o que provocou a Batalha de Aljubarrota. Ele nas estâncias mostra que a principal origem da guerra foi o descontentamento popular devido à perda da independência de Portugal. Pode-se concluir que Luís de Camões apenas limita-se a narrar factos verídicos.&#160;</span></span><span style="FONT-FAMILY: Comic Sans MS">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span></p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="FONT-SIZE: 19px; FONT-FAMILY: Comic Sans MS; TEXT-ALIGN: center" align="center">Batalha de Aljubarrota</p>
<p style="FONT-FAMILY: Comic Sans MS; TEXT-ALIGN: center" align="center"><o:p></o:p></p>
<p style="TEXT-INDENT: 35.4pt; FONT-FAMILY: Comic Sans MS"><span style="FONT-SIZE: 11pt">Com a morte do rei D. Fernando em 1383, o Tratado de Salvaterra de Magos, celebrado em Abril desse ano entre a rainha D. Leonor Teles, o Conde João Andeiro e o Rei de Castela, estabelece que a Coroa de Portugal passaria a pertencer aos descendentes do Rei de Castela, D. Juan I, passando a capital do Reino para Toledo. <span style="FONT-WEIGHT: normal">O</span> <span style="FONT-WEIGHT: normal">Reino de Castela</span> <span style="FONT-WEIGHT: normal">iria inevitavelmente dominar Portugal</span></span><span style="FONT-SIZE: 11pt">.&#160;A situação que se cria provoca mau estar e não agrada à maioria da população portuguesa.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;</span><span style="FONT-SIZE: 11pt">Na sua origem esteve, em primeiro lugar, o descontentamento popular existente, resultante não só da degradação das condições de vida da generalidade da população, mas também pela perspectiva do Reino de Portugal vir a perder a sua independência.&#160;<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;Este desejo de alterações foi então facilitado pelo facto de D. Leonor Teles e os seus aliados defenderem uma solução política para Portugal, não só discutível legalmente, como claramente do desagrado da grande maioria da população portuguesa.&#160;<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;Em face desta circunstância, a população de Lisboa proclama D. João, Mestre de Avis, meio irmão de D. Fernando, como &#8220;regedor, governador e defensor do reino&#8221;. Perante a revolta da população portuguesa em vários pontos e cidades do Reino, o Rei de Castela, em 1384, entra em Portugal. <o:p></o:p></span></p>
<p style="FONT-SIZE: 17px; TEXT-INDENT: 35.4pt; FONT-FAMILY: Comic Sans MS"><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span> <span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span>Luís de Camões<o:p></o:p></p>
<p style="FONT-SIZE: 18px; TEXT-INDENT: 35.4pt; FONT-FAMILY: Comic Sans MS"><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span> (Os Lusíadas)<o:p></o:p></p>
<p class="MsoNormal" style="MARGIN-BOTTOM: 0pt; LINE-HEIGHT: normal; FONT-FAMILY: Comic Sans MS">(Canto IV,)<o:p></o:p></p>
<p><span style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY:"><br />
<span style="FONT-FAMILY: Comic Sans MS">17<br />
&#8220;Rei tendes tal, que se o valor tiverdes<br />
Igual ao Rei que agora alevantastes,<br />
Desbaratareis tudo o que quiserdes,<br />
Quanto mais a quem já desbaratasses.<br />
E se com isto enfim vos não moverdes<br />
Do penetrante medo que tomastes,<br />
Atai as mãos a vosso vão receio,<br />
Que eu só resistirei ao jugo alheio.<br /></span></span></p>
<p>
<span style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY:"><span style="FONT-FAMILY: Comic Sans MS">18<br />
Que tornará a vez sétima (cantava)<br />
Pelejar co invicto e forte Luso,<br />
A quem nenhum trabalho pesa e agrava;<br />
Mas, contudo, este só o fará confuso.<br />
Trará pera a batalha, horrenda e brava,<br />
Máquinas de madeiros fora de uso,<br />
Pera lhe abalroar as caravelas,<br />
Que até&#8217;li vão lhe fora cometê-las.<br /></span></span></p>
<p><span style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY:"><span style="FONT-FAMILY: Comic Sans MS">19<br />
&#160;&#8221;Eu só com meus vassalos, e com esta<br />
(E dizendo isto arranca meia espada)<br />
Defenderei da força dura e infesta<br />
A terra nunca de outrem sojugada.<br />
Em virtude do Rei, da pátria mesta,<br />
Da lealdade já por vós negada,<br />
Vencerei (não só estes adversários)<br />
Mas quantos a meu Rei forem contrários.”</p>
<p>
20<br />
Bem como entre os mancebos recolhidos<br />
Em Canúsio, relíquias sós de Canas,<br />
Já para se entregar quase movidos<br />
A fortuna das forças Africanas,<br />
Cornélio moço os faz que, compelidos<br />
Da sua espada, jurem que as Romanas<br />
Armas não deixarão, enquanto a vida<br />
Os não deixar, ou nelas for perdida.</p>
<p>
21<br />
&#8220;Destarte a gente força e esforça Nuno,<br />
Que, com lhe ouvir as últimas razões,<br />
Removem o temor frio, importuno,<br />
Que gelados lhe tinha os corações.<br />
Nos animais cavalgam de Neptuno,<br />
Brandindo e volteando arremessões;<br />
Vão correndo e gritando a boca aberta:<br />
&#160;&#8221;Viva o famoso Rei que nos liberta!&#8221;-<br />
<o:p></o:p></span></span></p>
<p><span style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY:"><span style="FONT-FAMILY: Comic Sans MS">22<o:p></o:p></span></span></p>
<p><span style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY:"><span style="FONT-FAMILY: Comic Sans MS">&#8220;Das gentes populares, uns aprovam<br />
A guerra com que a pátria se sustinha;<br />
Uns as armas alimpam e renovam,<br />
Que a ferrugem da paz gastadas tinha;<br />
Capacetes estofam, peitos provam,<br />
Arma-se cada um como convinha;<br />
Outros fazem vestidos de mil cores,<br />
Com letras e tenções de seus amores.<br /></span></span></p>
<p><o:p></o:p></p>
<p style="TEXT-INDENT: 35.4pt"><span style="FONT-FAMILY:"><span style="FONT-SIZE: 16px; FONT-FAMILY: Comic Sans MS">Luís de Camões descreve nestas estâncias o que provocou a Batalha de Aljubarrota. Ele nas estâncias mostra que a principal origem da guerra foi o descontentamento popular devido à perda da independência de Portugal. Pode-se concluir que Luís de Camões apenas limita-se a narrar factos verídicos.&#160;</span></span><span style="FONT-FAMILY: Comic Sans MS">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span></p>
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		</item>
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		<title></title>
		<link>http://daiman.blog.com/2008/11/19/</link>
		<comments>http://daiman.blog.com/2008/11/19/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 17:40:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daiman</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p>&#160;&#160;&#160;&#160;A idéia de <em>A Viagem do Elefante</em> surgiu quando o escritor visitou a Áustria, há quase dez anos, e almoçou, por acaso, em um restaurante de Salzburgo chamado <em>O Elefante</em>. Na narrativa, Saramago uniu figuras históricas verdadeiras com personagem criados em sua imaginação. "Estas são pessoas que os membros desta caravana encontram na sua viagem, e com quem partilham perplexidades, esforços e a harmoniosa alegria de um telhado sobre as suas cabeças", disse, em entrevista à imprensa espanhola.&#160;&#160;<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;Mesmo temendo não concluir o livro por causa do agravamento da doença, Saramago conta que não alterou a história original. "Os anos não passam em vão. Não foi um passeio no jardim. Algo do que vivi terá passado para o que escrevi. Mas, de qualquer forma, os elementos essenciais da história não mudaram", disse ele, revelando sua felicidade e alívio por ter concluído o trabalho. "Escrevi os meus três últimos livros no mais deplorável estado de saúde, que não é de todo o mais favorável para idéias felizes. Prefiro dizer: se tens que escrever, escreverás."<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;"Pode a literatura salvar a nossa vida?", pergunta o entrevistador. "Não como um medicamento, mas é uma das fontes mais ricas onde o espírito pode beber."<br />
<br />
<a href="http://blogfjspor.files.wordpress.com/2008/11/capa_elefante_blog.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-172" title="capa_elefante_blog" height="300" alt="capa_elefante_blog" src="http://blogfjspor.files.wordpress.com/2008/11/capa_elefante_blog.jpg?w=187&#38;h=300" width="187" /></a><br /></p>

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			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>&#160;&#160;&#160;&#160;A idéia de <em>A Viagem do Elefante</em> surgiu quando o escritor visitou a Áustria, há quase dez anos, e almoçou, por acaso, em um restaurante de Salzburgo chamado <em>O Elefante</em>. Na narrativa, Saramago uniu figuras históricas verdadeiras com personagem criados em sua imaginação. &#8220;Estas são pessoas que os membros desta caravana encontram na sua viagem, e com quem partilham perplexidades, esforços e a harmoniosa alegria de um telhado sobre as suas cabeças&#8221;, disse, em entrevista à imprensa espanhola.&#160;&#160;<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;Mesmo temendo não concluir o livro por causa do agravamento da doença, Saramago conta que não alterou a história original. &#8220;Os anos não passam em vão. Não foi um passeio no jardim. Algo do que vivi terá passado para o que escrevi. Mas, de qualquer forma, os elementos essenciais da história não mudaram&#8221;, disse ele, revelando sua felicidade e alívio por ter concluído o trabalho. &#8220;Escrevi os meus três últimos livros no mais deplorável estado de saúde, que não é de todo o mais favorável para idéias felizes. Prefiro dizer: se tens que escrever, escreverás.&#8221;<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;&#8221;Pode a literatura salvar a nossa vida?&#8221;, pergunta o entrevistador. &#8220;Não como um medicamento, mas é uma das fontes mais ricas onde o espírito pode beber.&#8221;</p>
<p><a href="http://blogfjspor.files.wordpress.com/2008/11/capa_elefante_blog.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-172" title="capa_elefante_blog" height="300" alt="capa_elefante_blog" src="http://blogfjspor.files.wordpress.com/2008/11/capa_elefante_blog.jpg?w=187&amp;h=300" width="187" /></a></p>
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		<item>
		<title>Luis de Camões</title>
		<link>http://daiman.blog.com/2008/11/04/luis-de-camoes/</link>
		<comments>http://daiman.blog.com/2008/11/04/luis-de-camoes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 15:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daiman</dc:creator>
		
		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[<p class="Texto" align="justify"><span style="FONT-FAMILY: Arial, Arial, Helvetica"><font face="Arial" color="#000080" size="3"><a href="http://www.astormentas.com/camoes.htm">http://www.astormentas.com/camoes.htm</a><br />
<a href="http://oslusiadas.no.sapo.pt/biografia.html">http://oslusiadas.no.sapo.pt/biografia.html</a><br />
<br /></font></span></p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p class="Texto" align="justify"><span style="FONT-FAMILY: Arial, Arial, Helvetica"><font face="Arial" color="#000080" size="3"><a href="http://www.astormentas.com/camoes.htm">http://www.astormentas.com/camoes.htm</a><br />
<a href="http://oslusiadas.no.sapo.pt/biografia.html">http://oslusiadas.no.sapo.pt/biografia.html</a></p>
<p></font></span></p>
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